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    Preso genro acusado de mandar matar empresário, na Paraíba


    A Polícia Civil de João Pessoa prendeu, na manhã desta quinta-feira (07), o  genro do empresário Arnóbio Ferreira Nunes, assassinado a tiros no dia 24 de novembro de 2017, em João Pessoa. A prisão de Antônio Cícero aconteceu durante a Operação Esporgo, da Polícia Civil.


    O parente é suspeito de ser o mentor intelectual da morte do próprio sogro. As informações foram divulgadas na manhã de hoje, na TV Correio.

    Arnóbio, que tinha 77 anos, foi atingido por disparos de arma de fogo enquanto chegava ao grupo imobiliário do qual era sócio-proprietário, no bairro de Manaíra. 

    Conforme divulgado pela Secretaria de Estado da Segurança e Defesa Social (Seds), outras seis pessoas foram presas por envolvimento no crime.

    No mês de abril, o homem apontado pela Polícia Civil como o executor do assassinato havia sido preso. A polícia chegou até o suspeito após analisar imagens do circuito de segurança que gravaram o crime e ouvir denúncias anônimas registradas no 197.

    A motivação do crime, ao que tudo leva a crer, foi a briga pela herança do empresário.

    ENTENDA

    O empresário do ramo de construção civil Arnóbio Ferreira Nunes foi morto na manhã do dia 24 de novembro de 2017 no bairro de Manaíra, na capital. Ele havia acabado de chegar em um estabelecimento em um carro com motorista. Assim que desceu do veículo, o idoso foi abordado por um homem de moto e executado a tiros.

    Na época, o filho da vítima revelou acreditar que seu pai teria sido assassinado a mando de terceiros. “Meu pai confiava muito [nas outras pessoas] e já não escutava bem. O cara sabia tanto da situação dele que chegou sozinho e foi direto em cima do meu pai, porque sabia que ele não tinha nenhum tipo de reação”, disse.

    De acordo com o delegado Aldroville Grisi, a localização do suspeito foi feita através de um levantamento de imagens de câmera de segurança pela polícia, aliado a denúncias realizadas pelo telefone 197.

    O suspeito foi encaminhado para a Central de Polícia Civil, no bairro do Geisel. Ele responderá pelo crime de latrocínio (roubo seguido de morte).


    Fonte: pbagora