Suspeitos de explosão a carro-forte são presos após negociar com a Policia Militar


Quatro suspeitos de participarem da explosão a um carro-forte na manhã desta segunda-feira (6), em trecho da BR-230 no município de Pedras de Fogo, foram localizados e presos pela Polícia Militar em uma casa no município de Lucena, no Litoral Norte da Paraíba. A prisão aconteceu após os bandidos negociarem a rendição. Na ocasião, eles estavam fortemente armados e chegaram a trocar tiros com a polícia. Ninguém ficou ferido.

Conforme a PM, na fuga, o pneu do veículo usado pelos bandidos baixou, fazendo com que eles trocassem de carro. Na ação, eles foram localizados no local através de um chip de rastreamento instalado no veículo da troca.

Segundo informações, os criminosos exigiram a presença da imprensa, de um advogado e de uma das esposas deles. Os moradores também informaram que houve intensa troca de tiros após a polícia chegar no local.

Os quatro suspeitos vão ser encaminhados à sede do Grupo de Operações Especiais (GOE) da Paraíba para prestarem depoimento. Armas de grosso calibre foram apreendidas.

O caso

O carro-forte foi explodido na manhã desta segunda-feira (6) em trecho da BR-230 no município de Pedras de Fogo, em área próxima a canaviais. Segundo uma testemunha ouvida pelo Portal Correio, pelo menos quatro homens fortemente armados teriam participado da ação.

A testemunha, que viajava com familiares, contou que não parou o carro. Viaturas das polícias Rodoviária e Militar foram vistas por ela na rodovia. Ainda conforme o relato, carro-forte estava fora da pista, dentro de uma mata, enquanto o carro dos bandidos ficou atravessado na pista, sentido Campina Grande/João Pessoa.

Eles retiraram o dinheiro, instalaram as bombas e executaram a explosão. Na fuga, foram ouvidos tiros, mas não há informações se eles foram disparados para o alto ou contra a polícia. Os assaltantes portavam arma de grosso calibre, roupas militares, máscaras e coletes.

*Matéria atualizada às 17h30 para acréscimo e correção de informações. Não houve reféns durante a ação. 

Fonte: Portal Correio




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Editor Odair Morais

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